O fim do corretor de seguros?

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As Insurtechs são Startups que unem o mercado de seguros com a eficácia das tecnologias, exponencializando os resultados e mudando a experiência do usuário.

O termo começou a ser mencionado em 2016. A fusão das palavras Insur = Insurance (seguro) + Tech = Technology (tecnologia) deu origem ao termo Insurtech.
No Brasil, apenas um de cada três carros são assegurados. Apenas 15% das residências têm seguro e somente 40 Insurtechs estão cadastradas no mapa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
O setor de seguros é o que mais investe em inteligência artificial, no mundo. As novas funcionalidades do segura é tornar tudo mais prático como, por exemplo, ligar e desligar o seguro; pagamento baseado no uso; analise do veículos e, até mesmo, da saúde de uma pessoa através de pulseiras inteligentes. Um volume de dado que, com a ajuda de algorítimos, pode oferecer serviços cada vez mais personalizados e fazer diversas analises de forma ágil e assertiva.
Como tendência tecnológica, algumas soluções buscam não precisar mais de corretor. Mas hoje a grande parte das Insurtechs estão atuando em parceria, visando otimizar o trabalho do corretor que tem a obrigação de acompanhar essas mudanças.

NO BRASIL

NO MUNDO

Insurtechs em destaque no Brasil:
Appolice.me
Acesso a lista de apólices, mensagens, sinistros, cotações e propostas, e outras funções na palma da mão.

Youse
Já pensou em fazer um seguro para seu carro, residência ou seguro de vida, sem sair de casa? Essa é uma proposta de uma insurtech brasileira.

Direct.One
Gera e valida, na rede Ethererum Blockchain, apólices, endossos e boletos para as maiores seguradoras do Pais.

Bidu
Um trivago dos seguros, procurando os melhores preços e condições por você.

“As startups são guiadas por inovações rápidas. Elas nem sempre consideram que problemas regulatórios e de responsabilidade, ou violações da lei, podem vir à tona mais para frente. Mudanças efetivas virão da relação muito próxima entre seguradores e reguladores, contando com o ponto de vista dos players emergentes. Enquanto a maioria dos seguradores dá suporte às mudanças feitas apenas como incremento, outros reconhecem que precisam fazer muito mais para promover as rupturas que resultarão em uma verdadeira vantagem competitiva.”

RevistaApolice

A agenda dos inovadores em seguros deveria incluir:

  • Planejamento de cenário – qual é o cenário futuro em potencial e suas implicações?
  • Monitoramente e análise em tempo real do panorama da InsurTech. O que está disponível e que pode ajudar neste momento. O que se quer que talvez não exista ainda?
  • Determinar como as inovações do empreendimento trará mais efetividade para o aceleramento do processo e permitirá sua execução. Qual é a melhor abordagem para estimular e tirar vantagem dessa inovação?
  • Aumentar a organização com novos e diferentes tipos de talentos. Onde estão os inovadores que a companhia precisa e qual a melhor maneira de atraí-los e contratá-los?
  • Seguro Cyber e regulação. Há preparo para os desafios operacionais que a nova tecnologia pode apresentar? A companhia e seus parceiros consideraram as ramificações do compliance do que está sendo feito e planejado?

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